O dia em que ex-guerrilheiro, militantes e desarmamentistas tentaram “fuzilar” Bolsonaro

*Cláudia Wild*

Não, não foi uma sabatina. E, definitivamente, não foi uma entrevista! Foi um convescote entre marxistas engajados na causa e um homem odiado que não poderia entrar no ‘Clube dos Iluminados’. 

Ali estava a estupidez ideológica sobrepondo ao dever profissional do jornalismo, que é informar a verdade dos fatos para que o cidadão forme sua opinião.

O que se viu no Roda Viva, ontem, foi um clássico exemplo do jornalismo militante brasileiro. O jornalismo que perdeu completamente a vergonha de mostrar a que veio, para quem trabalha e o que pretende manter.

A começar pela escolha da bancada: todos militantes, defensores declarados da causa socialista. De ex-guerrilheiro do MR-8 até órfão choroso de Fidel Castro.
Não fizeram perguntas, apresentaram libelos acusatórios sem direito ao contraditório: “racista, fascista, homofóbico, defensor da tortura”, ou era “ista”, ou era o “óbico”. Abusaram de afirmações rasteiras já devidamente esclarecidas pelo entrevistado em outras oportunidades. Não fizeram uma única pergunta relevante, inteligente. Sabem por quê?

Porque o Brasil não interessa O que importa é a manutenção da ideologia que defendem. Foi o ‘conversê’ politicamente correto dos aduladores de Fidel Castro, que se dizem preocupados com a democracia nacional; com as minorias ( massa de manobra ); com a superação da “terrível” ditadura militar; com a dívida histórica e outros temas tão amados pelos engajados militantes do jornalismo.

Não houve preocupação com os planos de governo, suas estratégias para enfrentar os enormes problemas da nação. Ninguém se mostrou indignado com os 14 milhões de desempregados, com os mais de 65 mil homicídios anuais, com a péssima educação nacional, com a sofrível saúde pública, com a farta bandidagem armada; com o nefasto aparelhamento estatal; com a falta de saneamento básico para quase metade da população do país, com o peso dos impostos escorchantes, com o tamanho do Estado, com a dívida interna etc. O importante foi acusar, inventar e repetir mantras & mentiras para que eles se tornassem, talvez, verdades e, assim, consigam “abater” o candidato em pleno voo.

O que se viu foi um show de imaturidade, mediocridade e parvoíce. Apresentaram um nível subginasiano de interpretação de palavras, de um inacreditável pré-analfabetismo. Transbordaram sangue nos olhos e uma soberba descomunal! Uma arrogância que tentava desmerecer, humilhar o acusado, digo entrevistado. O candidato saiu-se muitíssimo bem diante da situação bizarra onde entrevistadores se transformaram em inquisidores.

O convescote mostrou ainda que a mídia não está em sintomia com os anseios de uma maioria exausta de tudo que deu errado no país. Ele deixou claro que, a mídia mainstream não percebe o quanto é arrogante em não respeitar um homem patriota, que deu voz a milhões de brasileiros. Fosse ela inteligente e olhasse além de seu próprio e dilacerado umbigo, tentaria compreender o que se passa no Brasil da atualidade. Mas, não! Ela prefere continuar em sua empáfia para iludir-se na continuidade da manipulação das massas, tal qual o bêbado que crê na sua sobriedade.

Ademais, o jogo que se propuseram a jogar apenas encurtará o caminho de Jair Bolsonaro até seu objetivo. Escolheram a mentira para enfrentar os fatos. Escolheram o ataque baixo, achando que a defesa não será utilizada, pois acostumaram-se com as dóceis ovelhas nas mãos de seus algozes. Mal sabem eles que os tempos mudaram. Que não são mais os donos da informação e da formação da opinião.

Assim, a lamentável hostilidade só teve um vencedor: o Capitão.

Provavelmente, nenhum outro candidato sobreviveria politicamente ao que Bolsonaro sobreviveu. A situação fez dele um candidato mais forte, e, para o desespero de militantes, ex-guerrilheiros e defensores da democracia cubana… Em uma disputa limpa, ele será praticamente imbatível. Tentaram um fuzilamento com balas de festim.

 

Remetente Irm Areli – SC 

arelisc@terra.com.br

De: OJBR
Enviado:terça-feira, 31 de julho de 2018 11:59

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1 thought on “O dia em que ex-guerrilheiro, militantes e desarmamentistas tentaram “fuzilar” Bolsonaro

  1. Observem algumas deploráveis tiradas a cerca dos entrevistadores infantos-juvenis escalados aos elevados postos do jornalismo do nos país. Consta que maneraram bastante as asneiras professadas, pois tinham a sua frente o presidenciável, aliás o futuro Presidente da Nação, Capitão Jair Bolsonaro

    Joice Hasselmann
    @joicehasselmann
    Uhuuuuu…pela primeira vez na história recente do nosso país o @rodaviva está em primeiro lugar no Twitter mundial. Graças a @jairbolsonaro. O Roda Viva vai amar Jair pra sempre

    Ver imagem no TwitterVer imagem no Twitter

    Conexão Política
    @conexaopolitica
    ANÁLISE: O jornalista Leonencio Nossa, que esteve na bancada do @rodaviva e questionou @jairbolsonaro sobre ditadura, tem em sua capa do Twitter a foto do ditador esquerdista Fidel Castro, um dos maiores assassinos da história. O que será que o @leonencio tem a dizer sobre isso?

    Nando Moura_Oficial
    @moura_101
    Hoje aprendemos no Roda Viva que Jesus não era Deus, Senhor de tudo e de todas as coisas…Era um refugiado.

    Flavio Morgenstern
    @flaviomorgen
    Jesus nasceu numa viagem em Belém ao invés da terra natal de seus pais, Nazaré, porque eles foram responder ao censo. Você já ouviu falar de REFUGIADO que é contado no censo de Herodes? Bom, o Bernardo Mello do Globo usou pra dar aquela lacrada que ninguém questiona. #RodaViva

    Filipe G. Martins
    @filgmartin
    Anos de experiência e treinamento nas sabatinas promovidas pela Luciana Gimenez e por sua bancada de travecos, atrizes pornôs, anões e hermafroditas pra isso? Se o Bolsonaro soubesse que encontraria jornalistas tão fracos, ele não teria se submetido a um treinamento tão rigoroso.

    Vejam a integra https://www.tercalivre.com.br/veja-a-repercussao-da-entrevista-do-bolsonaro-no-roda-viva-twitter/

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